Louca sua miga

terça-feira, 28 de julho de 2015

Resenha do Livro "Cerejinha" - Raine Miller

Quem curte um livro erótico misturado com um romantismo deve curtir "Cerejinha". A obra é um spin-off da série "O Caso Blackstone", publicado pela editora Suma de Letras no Brasil e de autoria de Raine Miller. "Cerejinha" é o primeiro livro da série de spink-off de "O Caso Blackstone".

Resenha do Livro Cerejinha - Rainne Miller - Romance Erótico
Livro "Cerejinha" - Raine Miller
Resenha do Livro: Cerejinha - O Caso Blackstone
Autora: Raine Miller
Gênero: Erótico / Romance
Páginas: 208
Ano: 2014
Classificação
Sinopse: Cerejinha - Esse livro é um spin off da série O Caso Blackstone e conta a história de Elaina e Neil. “Elaina Morrison sempre amou Neil McManus. Ela não se lembra de um momento em que não o amava. Passando por tragédia e anos de separação dolorosa, seu amor é verdadeiro… Até que a vida pisa em seu coração, estilhaçando seu sonho perfeito, ensinando a ela como é difícil deixar ir. A vida real não tem nada de sonhos românticos, no entanto, como os dois aprenderam repetidamente. É ruim em grande parte, deixando cicatrizes dolorosas em toda a caminhada. Mas Neil não vai desistir. Ele suportou anos de saudade e sacrifício para esperar por ela. Sempre um soldado, ele sabe o seu caminho para um campo de batalha, e para ganhar Elaina não é diferente. Então, isso é exatamente o que Neil vai fazer. Ele vai à luta, fará Elaina ver o que ele já sabe. Que ela será para sempre a sua Cherry Girl…”

O livro "Cerejinha" narra a estória da infortunada Elaina, uma mulher forte apaixonada por Neil que tem seu destino traçado por sua preguiça em correr atrás do que quer, e de Neil, um homem que fica esperando Elaina ter iniciativa para o casal ficar junto, ele só tem iniciativa quando se trata de sexo, e o amor deles.

Blog Sobre Livros - Cerejinha - Raine Miller
Livro Cerejinha - Raine Miller

A capa do livro está belíssima! Tem toda uma ligação com a estória! A qualidade da tradução também está impecável. Tive pouquíssimos problemas, se não nenhum!, infelizmente não me recordo.

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Quando comecei a ler "Cerejinha" fiquei encantada, de verdade! As primeiras páginas são emocionantes. Você fica com o coração na mão e não quer largar o livro. Eu curti demais. A narração é envolvente, a autora sabe como encaminhar uma estória e fazer o leitor prender a respiração de tanta emoção. Mas, até um ponto. Depois da metade do livro não entendi muito o rumo que a autora tomou, vou explicar o porquê nos próximos parágrafos.

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Livro "Cerejinha" - Raine Miller

Um tópico que eu não curti na obra é que a história é um pouco longe da realidade. Vejamos, o início parecia tão real, quase tangível, que eu acreditei, me envolvi e cheguei a quase chorar. Mas, com o passar das páginas, situações bobas como "a pessoa acreditar em uma mentira de uma estranha e não sequer perguntar para o amado se era verdade e se afastar" ***Não é Spoiler, está logo no início do livro que eu comecei a ficar intrigada. Ainda mais quando se descobre que o cara plantou cerejeiras para tudo quanto é lado porque o apelido da menina era "Cerejinha". Gente! Não! Eu realmente não entendo muito o sentido disso tudo.

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Livro Cerejinha - Raine Miller
Além disso, o último romance erótico que eu li, simplesmente amei, que foi "O Destruidor de Corações" (Leia a Resenha de "O Destruidor de Corações"). Eu o amei porque saiu da linha de raciocínio que a mulher tem que ser submissa. O primeiro livro da série "MMA Fighter" teve como protagonista uma mulher dona de si, que amava um homem mas não dependia nem financeiramente, nem de nada!, dele. Ela apenas o amava e queria ficar com ele. Sem ser submissa! Só porque ela quer. Porém, "Cerejinha" não segue a mesma linha de raciocínio que "O Destruidor de Corações", muito ao contrário, ela se assemelha à Anastacia de "50 tons de cinza", que ainda não li, mas como assisti ao filme, sei bem como é  a "Musa  Interior". Isso me intristeceu demais porque eu realmente estava acreditando que as mulheres escritoras estavam entendendo a posição feminina no contexto cultural, econômico, enfim, estavam enxergando a mulher como dona de si. Assim... até tudo bem que existam mulheres que curtam a submissão. Até acredito nisso! Que algumas até gostem de ser mandadas... (?) Mas eu não curto e acho que o caminho é realmente outro.

Resumindo, a estória é ótima! É um amor proibido gostoso de se acompanhar.. Para as mulheres que curtem romances eróticos com mulheres submissas, por exemplo, quem curtiu 50 Tons de Cinza, super vale a pena!

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Livro "Cerejinha" - Raine Miller

Mas, para que não curte, eu sugiro outros romances. (Veja outros Romances). 

2 COMENTÁRIOS:

  1. Não curti nem um pouco 50 tons, se é no mesmo estilo provavelmente não vou gostar de Cerejinha também. Acho que livros que criam mocinhas submissas que se quer tem vida e/ou vontade próprias não são muito interessantes.

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  2. Se a personagem desse livro se assemelha com a Anastacia já saio correndo kkk
    Foi uma tortura ler 50 tons, não passaria por isso de novo.

    Vanessa | http://closetdelivros.blogspot.com.br

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