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quarta-feira, 19 de junho de 2013

Resenha do filme "Confissões de uma Falsa Cinderela"

Confissões de Uma Falsa Cinderela (Confessions of an Ugly Stepsister) - Poster / Capa / Cartaz A história de Cinderela com uma protagonista, digamos... Diferente. É a hora da estória de uma das irmãs "feias" da menina bela ser contada. A trama não é um lançamento. Ao contrário, deve rolar por aí há anos durante a "Sessão da Tarde". Mas, acredite se quiser, só fui assistir agora.
Sinto uma dificuldade imensa para descrever esse filme e transmitir o que senti durante o tempo em que assisti. Por isso, por essa dificuldade, minha resenha vai ser breve. Aliás, nem vai ser uma resenha, será um breve comentário.
Título: Confissões de uma Falsa Cinderela
Gênero: Aventura
Ano: 2002
Duração: 90 min.
Classificação
Não me indague por classificar um filme da Disney com cinco estrelas.  A verdade é que a estória da Cinderela por uma perspectiva mais realista, não tão "mágica", é interessante. O contexto da irmã "feia" de Cinderela como protagonista se torna ainda mais atraente quando é dada uma "pegada" realista na trama.
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Essa "pegada" realista é dada por meio da explicação do contexto em que estavam as atitudes "más" da irmã "feia" de Cinderela. Ou seja, este filme toma essa irmã como uma pessoa que não possui maldade em seu caráter. Ela faz as coisas impulsionadas pelo contexto em que vive. Toda e qualquer ação sua é motivada ou por sua mãe má, a então madrasta de Cinderela, ou por má compreensão da Bela Jovem, ou por ciúme, de bela chamar mais atenção do amado da irmã. Diante desse contexto, o telespectador acaba sendo compreensivo com a "feia" e entende que sua personalidade é boa. Que ela sempre persistiu em ser amiga de Cinderela. E presume, então, que os conto de fadas não se deu ao trabalho de contar a versão da irmã da bela.

Eu, particularmente, nem prestei atenção à bela jovem. Claro, é esse o propósito da trama!! Mas, mais do que isso, eu fui cativada pela personagem, pela irmã da Cinderela, de tal modo que nem eu sei explicar. Eu me identifiquei com o casal não estereotipado que se formou, não era a menina  mais bela e nem era o príncipe mais cobiçado pelas moças tomados como protagonistas, como no conto original. Ao contrário, foram tomados como protagonistas uma irmã insegura que ouvia sua mãe insistir que não possuía beleza e um artista alheio, mas apaixonante. . E isso é mais do que interessante... É cativante.

Não me julguem. Vocês que estão acostumados a ler minhas resenhas onde insisto que um filme deve ter sempre algo a mais. Estar sempre fora do senso comum. Nunca à margem, muito menos imerso. Mas de uma forma diferente, este filme é cativante. "Uma releitura da Disney é cativante aonde?" você deve pensar. Mas acredite, essa é.

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